Infantil 5 tem atividade especial de abertura do Projeto Universo
Para despertar o interesse dos alunos pelo Projeto Universo, que estava iniciando, a coordenadora Tatiana Moro fez uma Rodinha na turma da Colaboração. Ela contou que, quando era criança, gostava de ficar observando o céu, principalmente as estrelas, e que, assim, surgiam muitas perguntas em sua mente: Como é possível ficarmos flutuando pelo espaço sem cair? Quantas estrelas há no céu? Como surgiram as estrelas e o nosso planeta? E muitas outras perguntas!
Assim, quis saber se os alunos da turma também já haviam pensado em coisas assim. Muitos manifestaram que pensam sobre isso também. E seguiu perguntando aos alunos: Como tudo foi criado? Quem criou? Qual o tamanho do Universo? E a cada resposta, mais perguntas!
As crianças ficaram entusiasmadas e muito inquietas! Afinal, quantos mistérios ainda precisamos descobrir! A coordenadora trouxe um conto da mitologia, que era uma das hipóteses que fizeram na época, para explicar o dia e a noite. As crianças se divertiram com a falta de lógica dessa teoria: isso não é possível!
Então, a professora destacou que eles sabiam que não era possível porque outras pessoas estudaram muito e se esforçaram para descobrir. Falou então, sobre a importância das perguntas, do pensar e de se buscar o conhecimento.
Para finalizar, ela trouxe para a turma um verdadeiro tesouro: uma caixa repleta de livros sobre o Universo! Ela emprestou os livros para as crianças buscarem saber o que já foi descoberto. Os livros são lindos e cheios de informações sobre as estrelas, a lua, a Via Láctea, o buraco negro, outras galáxias, sobre os astronautas e as estações espaciais!
Com essa atividade, as crianças puderam refletir sobre o valor do conhecimento e a capacidade humana de aprender. Os alunos adoraram tanto a dinâmica, que a professora recebeu muitos feedbacks positivos:
“Eu amo saber sobre o Universo! O sol é uma estrela!” - Aluno Rafael Bomtempo
“A gente não cai no espaço porque tem uma força que puxa a gente para a Terra, a teacher ensinou isso.” - Aluno Guilherme Paes